Painéis solares em 3D
Células solares instalados em casas ou edifícios são, basicamente, painéis planos voltados para o Sol. No entanto, uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts questionou essa disposição, e durante o processo, descobriu que células em formato de cubo ou de torre são mais eficientes, sobretudo em locais distantes do equador.
Usando um algoritmo de computador, os pesquisadores chefiados por Jeffrey Grossman, professor associado de engenharia elétrica, examinaram uma grande variedade de configurações e as testaram em diferentes latitudes. Em seguida, construíram três modelos e os instalaram no telhado de um edifício do MIT.
Eles descobriram que tais formatos produziam 20 vezes mais energia que os painéis planos que ocupavam o mesmo espaço. A razão disso é bastante simples: em uma combinação de painéis verticais e horizontais, o primeiro captará mais energia durante o período da manhã e ao entardecer, quando os raios do sol o atingem mais diretamente. Um painel horizontal ou em ângulo tenderá a gerar mais energia ao meio dia.
A diferença é mais acentuada em latitudes elevadas – por exemplo, ao norte do Alasca ou na Terra do Fogo. Nessas áreas, o Sol nunca fica muito acima do horizonte durante grande parte do ano.
Painéis solares motorizados conseguem acompanhar o Sol, mas é claro que os motores consomem parte da energia captada. Já as disposições em formato de torre não têm motores nem acompanham o sol, evitando alguns problemas de sombreamento, uma vez que os painéis bloqueados são compensados por aqueles ainda expostos à luz solar.
Uma desvantagem é o custo da estrutura do painel. A princípio, ele será maior, já que é mais complicado construir um cubo que um painel plano, mas um cubo simples talvez seja tão eficiente como os convencionais.
A equipe do MIT testará esse aspecto em breve para verificar quais formatos ou disposições funcionam melhor. Uma ideia é um design em formato de sanfona que poderia ser dobrado para o transporte.
via: MIT
Crédito: MIT / Allegra Boverman
Fonte: Discovery Notícias

Painéis solares em 3D

Células solares instalados em casas ou edifícios são, basicamente, painéis planos voltados para o Sol. No entanto, uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts questionou essa disposição, e durante o processo, descobriu que células em formato de cubo ou de torre são mais eficientessobretudo em locais distantes do equador.

Usando um algoritmo de computador, os pesquisadores chefiados por Jeffrey Grossman, professor associado de engenharia elétrica, examinaram uma grande variedade de configurações e as testaram em diferentes latitudes. Em seguida, construíram três modelos e os instalaram no telhado de um edifício do MIT.

Eles descobriram que tais formatos produziam 20 vezes mais energia que os painéis planos que ocupavam o mesmo espaço. A razão disso é bastante simples: em uma combinação de painéis verticais e horizontais, o primeiro captará mais energia durante o período da manhã e ao entardecer, quando os raios do sol o atingem mais diretamente. Um painel horizontal ou em ângulo tenderá a gerar mais energia ao meio dia.

A diferença é mais acentuada em latitudes elevadas – por exemplo, ao norte do Alasca ou na Terra do Fogo. Nessas áreas, o Sol nunca fica muito acima do horizonte durante grande parte do ano.

Painéis solares motorizados conseguem acompanhar o Sol, mas é claro que os motores consomem parte da energia captada. Já as disposições em formato de torre não têm motores nem acompanham o sol, evitando alguns problemas de sombreamento, uma vez que os painéis bloqueados são compensados por aqueles ainda expostos à luz solar.

Uma desvantagem é o custo da estrutura do painel. A princípio, ele será maior, já que é mais complicado construir um cubo que um painel plano, mas um cubo simples talvez seja tão eficiente como os convencionais.

A equipe do MIT testará esse aspecto em breve para verificar quais formatos ou disposições funcionam melhor. Uma ideia é um design em formato de sanfona que poderia ser dobrado para o transporte.

via: MIT

Crédito: MIT / Allegra Boverman

Fonte: Discovery Notícias